Nos bastidores do PHP

O manual do PHP diz que um array no PHP é um mapa ordenado que relaciona valores a chaves e é otimizado para vários usos diferentes: array, lista, hashtable (não só array mas basicamente tudo no PHP é uma hashtable – se quiser saber mais sobre o assunto acesse Understanding PHP’s internal array implementation), dicionário, coleção, pilha, fila e mais, possibilitando os valores do array serem outros arrays e arrays multidimensionais.

Graças ao hashtable escrito em C no código-fonte do PHP, os arrays são um diferencial em relação a outras linguagens de desenvolvimento web.

Você pode manipular um array PHP utilizando o foreach() para resolver qualquer tipo de controle de dados.

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Meu “dízimo” ao open source

“Meu nome é Ricardo, tenho 38 anos e estou há 4 anos sem usar software pirata.”

Brincadeira a parte, sou grato ao @theologianIT por me mostrar um mundo livre de telas azuis e atualizações em horas indesejadas. No começo, como um bom usuário Windows, relutei em aceitar o novo e até achei que o objetivo do WineHQ  ou do dual-boot era me ajudar a permanecer no “mundo da lentidão“, mas o uso constante e diário do Slackware (distribuição Linux comunitária mais antiga) me fez entender que nem todo sistema operacional foi feito para travar ou atrasar meu trabalho.

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ES6 e o suporte dos navegadores

A Web teve um início, mas não terá um fim.

ES6 não é suportado por navegadores mais antigos, que foram desenvolvidos antes do seu lançamento. Esses navegadores mais antigos foram desenvolvidos para se adaptar à versão do JavaScript naquela época (que era a ES5.1). Se você tentar rodar seu código ES6 em um navegador antigo, ele não funcionará.

Uma função arrow é executada e causa erro de sintaxe no Safari 9. Fechar
Uma função arrow é executada e causa erro de sintaxe no Safari 9.

Faz sentido que um código que não funcione em navegadores antigos, desenvolvidos em uma época anterior ao ES6, mas existem navegadores desenvolvidos após essa melhoria do JavaScript que também não suportam essa nova sintaxe e funcionalidade ainda.

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Javascript Transpiling

Você provavelmente já ouviu o termo “compilador”. Um compilador pega um programa escrito numa linguagem de código-fonte, por exemplo C++ e converte para outra linguagem, como código de máquina. Passar um código pelo compilador muda o nível de abstração dele. Ele aproxima um código lido por humanos a um lido por máquinas. Isto é compilar: pegar uma linguagem fonte e convertê-la a uma de nível mais baixo.

Transpiling é um subconjunto da compilação. O código fonte é convertido em código-alvo. É como o compilador, mas o código-fonte e código-alvo são do mesmo nível de abastração. Se o código-fonte for lido por humanos, a linguagem de saída também será lida por humanos.

Mas por que iríamos querer isso?

Navegadores antigos não têm suporte total ao ES6, mas suportam ES5. Assim podemos escrever o Javascript usando a sintaxe e as funcionalidades do ES6 e depois usar um Transpiling para convertê-lo de ES6 para ES5.

Programamos o que há de melhor e mais novo e convertemos para rodar em toda parte.

O transpiler JavaScript mais popular é chamado Babel.

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O que é um Polyfill?

Um polyfill é um arquivo de Javascript que preenche um buraco replicando atributos nativos para navegadores que não os possuem.

Criado por Remy Sharp (https://remysharp.com/2010/10/08/what-is-a-polyfill), um polyfill, ou polyfiller, é um pedaço de código (ou plugin) que fornece a tecnologia que o desenvolvedor espera que o navegador implemente.

Um exemplo de polyfill

O código abaixo é um polyfill para o novo método de string do ES6, startsWith():

if (!String.prototype.startsWith) {
 String.prototype.startsWith = function (searchString, position) {
   position = position || 0;
   return this.substr(position, searchString.length) === searchString;
 };
}

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